Tag: manchas no queixo

Como clarear o melasma: o que fazer em cada caso?

Se você busca respostas sobre como clarear o melasma, saiba que a Ada Tina preparou este conteúdo completo para te auxiliar na tarefa de deixar sua pele mais saudável e livre de manchas, tornado seus momentos de autocuidado cada vez mais frequentes.

Adiantamos que essa condição refere-se a manchas escuras e de aspecto acastanhado, que ao longo do ciclo de vida acometem a face. Hoje é foco de estudos de especialistas da pele, mas ainda causa preocupações entre indivíduos que buscam entender sobre o assunto. Por isso, convidamos você a descobrir novos detalhes relacionados a esta condição, e fundamentalmente os tratamentos mais indicados para cada caso: siga conosco nesta leitura e entenda como clarear o melasma.

Entenda o processo: como tratar o melasma?

Ao entender mais sobre suas causas, passamos a compreender também o seu processo de tratamento, que apesar de complexo em alguns casos, possui um ponto de partida simples: impedir os danos na pele causados pelo sol, e consequentemente, a piora das manchas no rosto.

Entre as principais soluções, destacamos o cuidado para evitar outras agressões à pele já lesionada e com depósito de pigmento, responsável pela coloração escura. Se os raios solares vão agravar as manchas já existentes, assim como a incidência de luz visível, o primeiro passo necessário é evitar a exposição solar desprotegida. Para isso, o uso de protetor solar de amplo espectro que possua tecnologia 12 horas de proteção sem a necessidade de reaplicação, é a maior contribuição que você poderá oferecer à sua saúde.

Nós da Ada Tina ressaltamos também que a proteção contra os malefícios da luz azul emitidas por telas de smatphones e computadores é importante e, para isso, recomenda-se o uso de protetores solares com ação e benefícios antioxidantes, sendo assim, existem produtos com eficácia comprovada para este tipo de proteção. Se você quer descobrir mais sobre como clarear melasma, além de outras informações preciosas relacionadas a essas condições, confira logo abaixo.

Gradação do melasma: influências no tratamento

Nesta hora, a observação das manchas escuras e acastanhadas na epiderme dão as respostas necessárias sobre como tratar melasma de maneira assertiva e com os melhores resultados aos tratamentos. Para facilitar o entendimento do assunto, nós trouxemos os tipos de melasma existentes, assim como os cuidados responsáveis por clareá-lo em cada caso. Descubra na sequência:

Melasma grau 1

É o melasma mais recente, com menos de 1 ano, apresentando manchas ainda claras e menos profundas e que necessita de tratamento rápido para não evoluir para os graus mais graves. Também chamado de melasma epidérmico, pois as manchas estão localizadas nas camadas mais superficiais da pele.

Melasma grau 2

É o melasma com mais de 1 ano, com manchas bem visíveis e mais escurecidas e que já não responde bem aos tratamentos comuns. Também chamado de melasma misto, pois as manchas se localizam nas camadas superficial e médias da pele.

Melasma grau 3

É o melasma com mais de 5 anos, antigo, persistente e com manchas profundas e resistentes aos tratamentos comuns. Também chamado de melasma dérmico, pois as manchas escuras já se localizam na camada mais profunda da pele.

Melasma Grau 4

É o tipo mais grave de melasma, com mais de 10 anos, muito antigo, muito persistente e com manchas muito profundas e muito resistentes aos tratamentos comuns. Também chamado de melasma dérmico grave pois as manchas escuras já se encontram nas camadas mais profundas da pele com grandes depósitos de melanina.

Reconhecemos, então, que a exposição excessiva à radiação infravermelha e o alto consumo de fontes luminosas visíveis são fatores desencadeantes relatados em estudos sobre o tema, mas afinal, como tratar corretamente a depender da gravidade? Nós da Ada Tina detalhamos as melhores soluções, veja na sequência!

É possível clarear melasma?

Com frequência, nos questionam aqui no blog se o melasma tem cura. Apesar de existirem casos em alta gravidade em que o tratamento é mais complexo e demandam maior tempo investido, em geral, se detectado de maneira precoce e sendo direcionados os melhores cuidados, é possível, sim, clarear as manchas e oferecer à pele fatores de proteção necessários.

E por falar em tratamento adequado, apresentamos as principais indicações de como tratar a depender da gradação das manchas na pele que com o tempo se agravam: garanta quanto antes os cuidados necessários.

Como tratar melasma segundo o Dr. Maurizio Pupo

O tratamento propriamente dito é feito com o uso de clareadores, séruns e entre outros procedimentos como o microagulhamento com vitamina C tópica, sendo sempre associados a protetores solares adequados para o tratamento.

Sobre como tratar a depender da gravidade dos sinais apresentados, confira abaixo:

Como tratar o melasma grau 1

De acordo com a classificação do especialista em cosmetologia Dr. Maurizio Pupo, o melasma grau 1 é aquele de tom marrom mais claro, em dimensões menores, que aparece em pequena quantidade e tende a ser mais superficial, ou seja, está na epiderme.

Nestes casos, segundo o Dr. Pupo, o protocolo de tratamento recomendado é o seguinte: por se tratar de uma condição recente e mais superficial, reponde bem aos cuidados. O ideal, portanto, é o uso combinado de Clarivis Nia10 em conjunto com o protetor Biosole Oxy FPS 50 na sequência, seja durante o dia ou à noite. Após obter os resultados de clareamento esperados, aplique o Clarivis Nia10 na pele apenas à noite e mantenha o tratamento para evitar que as manchas escuras na epiderme voltem a aparecer.

Como tratar o melasma grau 2

O Dr. Maurizio Pupo classifica ainda o melasma grau 2 como ocorrências mistas mais antigas, há mais de 1 ano na pele, presente tanto na derme quanto na epiderme. Este grau exige tratamentos mais complexos através de agentes clareadores mais potentes, de possível assimilação.

O especialista indica, nestes casos, o uso do Clarivis TX aliado ao Biosole Oxy FPS 50, tanto de dia quanto durante a noite. Após conferir os resultados de clareamento desejados, siga o tratamento, porém com a aplicação do Clarivis TX apenas à noite mantendo sempre o Biosole Oxy FPS 50 pela manhã e a noite, de maneira preventiva.

Como tratar o melasma grau 3

O terceiro grau de melasma exige tratamentos mais resistentes, em que usuários de dermocosméticos já recorreram a opções sem que os efeitos de fato diminuíssem ou amenizassem as aparências das manchas escuras na pele.

Apesar de mais complexos e de ocorrência profunda e antiga, há mais de 5 anos, existem bons indicadores para uso de Clarivis TX durante o dia, seguido pelo Pure C FPS 50 para proteção solar. Durante à noite, aplicar o Pure C 20 Hyal e na sequência, para maior potencialização do tratamento utilizar o Pure C FPS 50. No caso das peles delicadas que estão enquadradas no grau 3, pode substituir o Pure C 20 Hyal pela aplicação do Clarivis High Potency duas vezes ao dia, mantendo sempre a proteção solar adequada.

Ressaltamos também que a proteção contra os malefícios da luz azul, emitidas por telas, é importante e, para isso, recomenda-se o uso de protetores solares com ação e benefícios antioxidantes, inclusive em dias nublados.

Como tratar o melasma grau 4

O quarto e último grau é o mais grave grau de melasma. Com mais de 10 anos aparentes, ou seja, muito antigo, o grau 4 apresenta manchas profundas e muito escuras. Esse tipo de mancha é muito resistente, por isso as principais indicações para o tratamento do melasma grau 4 são séruns clareadores que possuem combinações exclusivas de alguns ácidos clareadores em sua formulação.

Uma ótima indicação é o uso do sérum de alta potência Clarivis High Potency, duas vezes ao dia, especialmente desenvolvido para clareamento de manchas muito escuras e muito profundas. A junção desses produtos com um protetor solar antioxidante e clareador, como o Biosole Oxy FPS 50 é uma excelente maneira de clarear manchas muito antigas, como as de melasma grau 4, protegendo sua pele da radiação UV, prevenindo futuros melasmas ou futuras recidivas.

Cuidado com o laser!

Os tratamentos com laser no rosto e até mesmo a utilização de luz pulsada para a remoção de pelos podem, sim, potencializar o aparecimento de manchas. De acordo com pesquisas recentes, o laser pode ser usado para tratar o melasma, mas também pode ser um dos possíveis agravantes. A radiação pode causar a hiperpigmentação pós-inflamatória ou o aparecimento de manchas residuais na pele. Por isso, todos os procedimentos utilizando laser devem ser feitos com o acompanhamento de um médico dermatologista.

Depois de clarear o melasma e controlar a produção de pigmento, é possível optar por outros tratamentos para a redução da melanina já depositada na derme ou tratamentos para diminuir o processo inflamatório em si.

Agora que você conhece mais o que é e como tratar melasma, não deixe de manter os cuidados dermatológicos sempre em dia. Afinal, os efeitos não são somente estéticos, mas também são essenciais para a saúde da pele a longo prazo: não perca a oportunidade de oferecê-los à sua.

+ Clique aqui e descubra o seu grau de melasma!

TIPOS DE MELASMA: GUIA DO DR. MAURIZIO PUPO

Hoje eu, Maurizio Pupo, venho a convite da ADA TINA, conversar diretamente com você, consumidor de dermocosméticos sobre todas as informações relevantes em tipos de melasma: as manchas de tonalidades escuras que aparecem na pele do rosto.

Um dos fatores desencadeadores, como já mencionamos aqui no blog, é a exposição da pele às fontes luminosas, culminando na hiperprodução de melanina, proteína presente nas células epiteliais responsável por sua proteção, mas que quando exposta em excesso aos raios solares e fontes artificiais de luz sem a proteção adequada, originam e agravam estas manchas de contorno irregular.

Durante os anos de vida, indivíduos vão somando exposições da tez e falta de rotinas de cuidado, proteção e ainda, inclinações genéticas – sobre as consequências, tratamentos e tipos de melasma, eu – Maurizio Pupo, Farmacêutico Especialista em Cosmetologia, venho construir esse diálogo essencial.

Siga conosco neste Blog Post que é um Guia Completo sobre o assunto!

O que é melasma?

Se você já presenciou manchas na pele de aspecto castanho e formas irregulares no rosto, certamente já esteve em contato com melasma, uma condição dermatológica cada dia mais recorrente pelas exposições às radiações solares sem proteção.

A principal causa do melasma portanto, é o efeito que o Sol causa na pele, e em mulheres, esses sinais podem ser agravados pelas mudanças hormonais sofridas ao longo das gestações, menopausa ou também com o uso de pílulas anticoncepcionais uma vez que a molécula responsável pela produção de melanina já se encontra inflamada pelas radiações.

Somadas a forte incidência diária de raios UVA/UVB, estimulando a criação de melanina pelas células epiteliais, proteína responsável pela pigmentação e proteção da tez, temos ainda as condições internas. Com isso, esta proteína é alojada em excesso na pele, desencadeando as tão temidas manchas originadas ao longo do tempo.

Mas afinal de contas, existem tipos diferentes de melasma? E o que fazer para controlá-los? Descubra conosco logo na sequência!

Tipos de Melasma: quais existem?

É fundamental entender que sim, existem tipos diferentes, que hoje são definidos como graus de melasma. Através desta classificação, indico as medidas mais assertivas, acrescendo as chances de amenizar e clarear as manchas. Quanto antes ocorrer a identificação e os cuidados forem iniciados, mais efetivo será o tratamento.

Comumente consumidores de dermocosméticos seguem a reclassificação do melasma, segundo o Dr. Maurizio Pupo:

  • Melasma Grau 1 – considerado um melasma superficial e recente, ou seja, visível há menos de 1 ano, apresentando manchas pequenas, tonalidade média clara e que principalmente responde bem ao tratamento.
  • Melasma Grau 2 – caracterizado como um melasma profundo e antigo, o que quer dizer que é visível há mais de 1 ano, apresentando manchas grandes, tonalidade média escura e que consegue responder ao tratamento.
  • Melasma Grau 3 – tem como característica ser um melasma profundo e muito antigo, o que significa que ele é visível há mais de 5 anos, percebido por manchas de diversos tamanhos e muito escuras, e que fica fácil de ser identificado pois é resistente ao tratamento, ou seja, já tentou ser tratado mas não clareou ou retornou quando o tratamento foi finalizado.
  • Melasma Grau 4 – é o pior e mais grave grau de melasma, sendo caracterizado como um melasma muito antigo e muito profundo, existente há mais de 10 anos, que apresenta manchas muito escuras e muito profundas, além de ser altamente resistente ao tratamento.

Como apresentei neste tópico, hoje as nomenclaturas dos tipos de melasma está reestruturada, e pensando no melhor para a saúde dermatológica, preparei em conjunto com a ADA TINA esta reclassificação dos tipos de melasma em: Melasma Grau 1, Grau 2 e também o Grau 3, além do Melasma da Pele Sensível e com Rosácea.

Desta forma, tornamos acessível o entendimento dos seus estágios, e fundamentalmente do tratamento e quais os produtos mais adequados para cada uma das situações envolvidas.

Entenda mais sobre o assunto na sequência!

Quais são as características do Melasma Grau 1?

De acordo com esta classificação completa, identificamos Melasma Grau 1 como aquele em tom marrom mais ameno, tamanho reduzido e que aparece em baixa quantidade, além disso, ele tende a ser ainda superficial, podendo ser relacionado ainda a antiga identificação como melasma epidérmico.

Existe um protocolo específico para o tratamento do Melasma Grau 1?

A principal indicação é contar com ajuda de um especialista para identificar corretamente o grau do melasma, e a partir daí seguir o tratamento adequado para o seu caso.

Quanto ao protocolo propriamente dito, o indicado é o uso de clareadores através de cremes, opções em séruns, Vitamina C entre outros produtos, em associação a protetores solares especialmente desenvolvidos para cuidado epidérmico, com efeito antioxidante e clareador. A depender da gravidade do grau envolvido, é recomendado que seja maior a potência clareadora dos produtos utilizados.

Ao se tratar do Grau 1, sugiro o seguinte tratamento: por lidarmos com uma agressão recente da pele – menos de 1 ano, este melasma é mais tênue e responderá positivamente aos cuidados com maior facilidade. Portanto, o uso ideal é a combinação de Glycolic K à aplicação do Biosole Oxy FPS 50 logo após, durante os períodos do dia e da noite.

Após obter os resultados de clareamento esperados, aplique o Glycolic K apenas à noite e mantenha o tratamento com o Biosole Oxy FPS 50 para evitar que as manchas na pele retornem. Este Melasma de Grau 1, por ser mais superficial, quando identificado nesse estágio e tratado adequadamente não acarreta maiores preocupações, portanto, esteja sempre atenta a saúde da pele.

Quais são as características do Melasma Grau 2?

Do ponto de vista histológico, o Melasma Grau 2 pode ser relacionado a antiga classificação de misto, sendo mais antigo – mais de 1 ano, atingindo tanto a epiderme quanto a derme, sendo assim, ele é um melasma de tratamento dificultado, porém de possível assimilação com a utilização de clareadores mais potentes e protetores solares adequados.

Existe um protocolo específico para o Tratamento do Melasma Grau 2?

Antes de iniciar qualquer processo, como mencionei anteriormente, é fundamental recorrer a um especialista da sua confiança, para então identificarmos corretamente a gravidade do melasma e seguirmos com os cuidados necessários da pele.

Ao lidarmos com melasma Grau 2, o protocolo utilizado é o uso do Pure C 20 Hyal aliado ao Biosole Oxy FPS 50, tanto de dia quanto durante a noite.

Após conferir os resultados desejados do clareamento das manchas na pele, basta continuar com os cuidados devidos, com a aplicação do Pure C 20 Hyal apenas à noite, mantendo sempre o Biosole Oxy FPS 50 pela manhã e noite de forma complementar e preventiva, para contar com a pele sadia e sem manchas escuras, evitando assim que elas voltem.

Quais são as características do Melasma Grau 3?

O Grau 3 é classificado nestes estudos através do tempo que é visível e da resistência aos cuidados, ou seja, quando após tentativas diferentes, os efeitos não tornarem as manchas profundas mais tênues, dessa maneira considera-se que este melasma é de Grau 3.

Identificamos, entretanto possibilidade de tratamento para ele, através de produtos mais potentes e atentando-se para a filosofia dos 3P’s: Produto Adequado + Protocolo Correto + Persistência Fotográfica para clarear as indesejáveis manchas na pele e constatar os resultados!

Existe um protocolo específico para o Tratamento do Melasma Grau 3?

No Grau 3, ele é bem profundo, antigo – com mais de cinco anos, e resistente aos tratamentos. O protocolo ideal é, durante o dia, aplicar o Clarivis TX e em seguida o Pure C FPS 50 para proteger a sua pele.

Durante a noite, aplicar novamente o Clarivis TX e o Pure C FPS 50. No caso das peles delicadas que estão enquadradas no Melasma Grau 3, pode substituir o Clarivis TX pela aplicação do Clarivis Nia 10 duas vezes ao dia, sempre com proteção solar adequada na sequência.

Quais são as características do Melasma Grau 4?

O quarto e último grau é o mais grave grau de melasma. Com mais de 10 anos aparentes, ou seja, muito antigo, o grau 4 apresenta manchas profundas e muito escuras. Esse tipo de mancha é muito resistente ao tratamento, por isso as principais indicações para o tratamento do melasma grau 4 são séruns clareadores que possuem combinações exclusivas de alguns ácidos clareadores em sua formulação. Combinar esses produtos com um protetor solar antioxidante e clareador é uma excelente maneira de clarear manchas escuras como as de melasma, protegendo sua pele da radiação UV, prevenindo futuros melasmas ou futuras recidivas.

Para o grau 4, a recomendação de produto ideal é a combinação do sérum Clarivis High Potency pela manhã e noite, e do protetor solar antioxidante Biosole Oxy FPS 50 durante o dia. Após atingir o efeito clareador desejado, mantenha o tratamento com o uso diário pela manhã de Biosole Oxy FPS 50 para evitar o reaparecimento das manchas na pele.

Quais são as características do Melasma na pele sensível e com rosácea?

As peles sensíveis e com rosácea são aquelas que ao possuir melasma não toleram ácidos e tratamentos agressivos, ardendo com maior facilidade e também apresentando vermelhidão com grande frequência.

Existe um protocolo específico para o Tratamento do Melasma da pele sensível e com rosácea?

A principal regra segue em contar com a ajuda de um especialista para identificar corretamente o problema e, a partir daí, seguir o tratamento correto para a sua pele.

Para peles sensíveis, o C 20 Sérum consiste em um grande aliado, com propriedades clareadoras com inclusão de vitamina C estabilizada, podendo ser administrado até mesmo em tez mais sensível e com rosácea, afinal não agride a pele.

Outro ponto positivo é que ele também possui ácido hialurônico e hidroxitirosol, potente antioxidante natural originado das olivas. Quanto ao protocolo, recomendo o uso do PURE C 20 Sérum em associação ao Biosole Oxy FPS 50, de dia e também à noite.

Lembrando que não se deve interromper o tratamento, evitando assim que novas manchas surjam, usando sempre o protetor solar – de preferência com 12 horas de proteção, para evitar as reaplicações que podem ser esquecidas ou negligenciadas.

Confira os conteúdos semanalmente preparados pela ADA TINA aqui no Blog e não deixe de oferecer à sua pele os cuidados que irão mantê-la sempre saudável e livre de melasma.

Até a próxima!