Dia mundial da saúde: 5 consequências de não usar o protetor solar diariamente

Dia 05/08 é o dia mundial da saúde. Neste dia de conscientização listamos  5 consequências de não usar o protetor solar diariamente.

Independente da aparência estética, a saúde da pele é primordial! Vamos juntos entender a importância do uso diário do protetor solar.

Confira no texto abaixo!

Saúde da pele, qual a importância e consequências de usar o protetor solar diariamente?

protetor solar

Tanto para a aparência, quanto para a saúde, os raios ultravioletas do sol podem causar danos na pele que se expõe a eles sem proteção adequada.

O Brasil é um país onde os dias, mesmo no inverno, são longos. Isso implica diretamente nos efeitos que o sol causa na nossa pele durante muitas horas durante o ano todo, uma vez que os raios UV do sol ultrapassam até mesmo as nuvens em dias nublados e os vidros das janelas de lugares fechados, ou seja, estamos expostos à todo momento.

Claro que a exposição ao sol possui também o seu lado positivo, como a absorção de vitamina D que melhora a nossa absorção do cálcio, o que beneficia nossos ossos por exemplo. Além de o sol ser um dos responsáveis pela redução do risco de doenças como depressão, já que ele estimula a serotonina no cérebro (em específico a serotonina tem um trabalho relacionado aos sentimentos de satisfação e bem-estar, tais como: humor, sono, libido, ansiedade, apetite, temperatura corporal, ritmo cardíaco e sensibilidade).

Porém, esses benefícios que o sol pode nos trazer são válidos apenas quando a pele está protegida contra o raios UV, é a nossa pele que sofre os danos causados pelo lado negativo da exposição ao sol, inclusive na aparência. É por isso que o protetor solar é tão importante e essencial para todos, seu uso correto e diário impede que a radiação solar penetre na pele e cause danos como rugas, manchas e até mesmo câncer de pele. O uso do filtro solar não impede o que o sol pode nos oferecer de bom!

Vamos ver a seguir quais são as 5 consequências de não usar protetor solar diariamente. 

Câncer de pele

Existem três tipos de câncer de pele, todos causados pelos danos que a exposição ao sol sem proteção adequada proporciona ao DNA.

O tipo mais comum é o carcinoma de células basais ou basocelular, ele ocorre na epiderme, sendo assim mais superficial.

O carcinoma de células escamosas ou espinocelulares  já afeta a derme, o que significa que ele já é mais profundo. 

Já o melanoma é o tipo mais raro e também mais letal. Neste caso são os melanócitos (que dão pigmento para nossa pele) que sofrem alterações celulares, passando a ser mais produzidos em uma escala fora da normalidade.

Melasma

Essa condição é mais comum em mulheres e causa manchas escuras na pele derivadas de uma hiperpigmentação que libera mais melanina  que o normal. 

Melanina é um tipo de proteína que garante a coloração da pele e evita naturalmente os danos da radiação UV no DNA.

Essa hiperpigmentação resulta em formação de manchas castanhas (claras e escuras) ou marrom mais acinzentadas com formato irregular e limites demarcados.

O melasma aparece especificamente no rosto, atingindo geralmente a área das bochechas, testa, lábio superior e queixo. O tamanho das manchas do melasma podem variar, mas alguns chegam a tomar a face por completo.

Doenças cutâneas

Outras doenças além do câncer de pele surgem pelos efeitos dos raios solares na pele. 

As mais comuns é a miliária solar (bolinhas vermelhas que aparecem na área exposta ao sol sem proteção adequada), a fitofotodermatose (onde a radiação solar reage na pele à elementos como líquidos cítricos como o suco do limão, medicamentos ou até mesmo perfumes) e as fotodermatoses de origem metabólica (essas são manchas na pele desenvolvidas por  quem tem diabetes, por exemplo). 

Ceratose actínica

A ceratose actínica são lesões espessas, muitas vezes descamativas e fáceis de reconhecer pelo tato. 

Elas também são pré-cancerígenas e devem ser tratadas assim que notadas na pele. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), essas lesões podem aparecer com mais frequência no rosto, lábios, orelhas, dorso das mãos, ombros, antebraço, colo e também no couro cabeludo de pessoas com alopecia. Muitas vezes essas áreas são afetadas pelos danos solares, pois são esquecidas na hora de passar o protetor solar. 

Queimaduras

As queimaduras causadas pelo sol podem se comparar com queimaduras causadas por água fervente.

Elas podem se classificar de primeiro grau, assim causam vermelhidão e ardência, de segundo grau, onde os sintomas iniciais podem apresentar a dor e  inchaço e a queimadura de terceiro grau, além de todos os sintomas das anteriores também acrescente a formação de bolhas aos seus efeitos.

Além dos problemas de saúde que a pele pode sofrer quando exposta aos raios do sol sem proteção adequada, existe também a questão da aparência. 

Vamos ver abaixo o que nossa pele pode sofrer nesta condição.

Envelhecimento precoce

Os raios solares também causam danos à textura da pele, podendo deixá-la flácida e com rugas. O envelhecimento precoce acontece devido ao  aumento da produção de radicais livres pelos raios ultravioletas que penetram nas camadas mais profundas da pele (a derme). 

Os radicais livres causam efeitos que quebram as ligações entre o colágeno e a elastina, que são os responsáveis pela sustentação da pele, e o resultado disso é uma pele sem sustentação, sujeita a rugas, extremamente flácida, com marcas e muito envelhecida antes do tempo natural. A aparência fica cansada e a textura da pele totalmente irregular, áspera e sem viço algum. 

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